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segunda-feira, outubro 18, 2021

preços caem em todas as praças; acompanhe a cotação diária

Os preços da soja caíram forte nesta quarta-feira no mercado brasileiro, absorvendo o impacto negativo das recentes quedas em Chicago. Após o relatório baixista do USDA, a posição novembro perdeu o nível de US$ 12,00. Apesar do câmbio seguir na casa de R$ 5,50, os produtores se afastaram do mercado e focam, de vez, no plantio.

– Passo Fundo (RS):
a saca de 60 quilos baixou de R$ 168,00 para R$ 167,50

– Região das Missões: a cotação recuou de R$ 167,00 para R$ 166,50

– Porto de Rio Grande: o preço caiu de R$ 171,00 para R$ 168,50.

– Cascavel (PR): o preço passou de R$ 169,00 para R$ 167,00 a saca

Porto de Paranaguá (PR): a saca recuou de R$ 173,00 para R$ 168,50

– Rondonópolis (MT): a saca despencou de R$ 168,00 para R$ 163,00

Dourados (MS): a cotação passou de R$ 161,00 para R$ 158,00

– Rio Verde (GO): a saca caiu de R$ 164,00 para R$ 160,00

Chicago e a soja

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais baixos. Ainda pressionado pelo relatório baixista do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o mercado encerrou no território negativo pela quarta vez consecutiva.

O relatório indicou que a safra norte americana de soja deverá ficar em 4,448 bilhões de bushels em 2021/22, o equivalente a 121,05 milhões de toneladas. O mercado esperava safra de 4,409 bilhões ou 119,99 milhões. Em setembro, a indicação era de 4,374 bilhões de bushels ou 119,058 milhões de toneladas.

A produtividade foi elevada de 50,6 bushels por acre para 51,5 bushels, enquanto o mercado estimava 51,1 bushels por acre.

Os estoques finais estão projetados em 320 milhões de bushels ou 8,7 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 289 milhões ou 7,87 milhões de toneladas. No mês passado, os estoques finais estavam estimados em 185 milhões de bushels ou 5,03 milhões de toneladas.

O USDA indicou esmagamento em 2,190 bilhões de bushels e exportação de 2,090 bilhões. Em setembro, os números eram de 2,180 bilhões e 2,090 bilhões, respectivamente.

O USDA projetou safra mundial de soja em 2021/22 de 385,14 milhões de toneladas. Os estoques finais estão estimados em 104,57 milhões de toneladas. O mercado esperava por estoques finais de 101 milhões de toneladas. Em setembro, o USDA indicou produção de 384,42 milhões e estoques de 98,89 milhões de toneladas.

A projeção do USDA aposta em safra americana de 121,06 milhões de toneladas, contra 119,04 milhões do relatório anterior. Para o Brasil, a previsão é de uma produção de 144 milhões de toneladas. A safra da Argentina está estimada em 51 milhões de toneladas. As importações chinesas deverão ficar em 101 milhões de toneladas.

Para a temporada 2020/21, a estimativa para a safra mundial ficou em 365,26 milhões de toneladas. Os estoques de passagem estão projetados em 99,16 milhões de toneladas. O mercado apostava em estoques de 96,4 milhões de toneladas.

A produção do Brasil foi mantida em 137 milhões. Já a safra argentina ficou em 46,2 milhões de toneladas. A previsão para as importações chinesas foi mantida em 99 milhões de toneladas.

Ao final do dia, o mercado reduziu as perdas e encerrou longe das mínimas do dia. Sinais de demanda pela soja americana, principalmente por parte da China, ajudaram na correção. Hoje foram anunciadas vendas de 330 mil toneladas para a China e de 198 mil para destinos não revelados por parte de exportadores privados americanos.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar por bushel ou 0,25% a US$ 11,95 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,06 por bushel, com perda de 4,00 centavos ou 0,33%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,30 ou 0,41% a US$ 311,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 59,59 centavos de dólar, alta de 0,74 centavo ou 1,25%.

Câmbio

O dólar comercial fechou em R$ 5,5090, com queda de 0,50%. Esta desvalorização se deve ao leilão extraordinário de swap cambial, realizado pelo Banco Central (BC) nesta tarde. A operação, que teve giro de US$ 1 bilhão, arrefeceu o ímpeto da moeda norte-americana.

 

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